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Os 5 Motivos Pelos Quais a Terapia é Indispensável

Ter entendimento do que é o autoconhecimento e entender os cinco motivos pelo qual a terapia é indispensável, pode fazer toda a diferença para a sua felicidade e sem ela, apenas somos mais um na multidão de pessoas que são arrastadas cegamente pelos eventos da sociedade e pelos pensamentos caóticos que vivem mais ou menos de forma subconsciente e afetam nossas atitudes, mesmo que não notemos.

Dia desses estava conversando com a minha mãe e estávamos justamente falando sobre isso, ela de um lado dizendo que terapia é caro e eu argumentando que viver sem terapia é muito mais e fiz uma lista com as 7 principais razões sobre as consequências:

  1. Terapia nos ensina que não sabemos absolutamente nada sobre tudo o que achavamos que sabíamos. Somos educados que o tempo nos ensina tudo. Mentira. O tempo traz, sim experiência, mas se não mudamos nossas atitudes, apenas iremos viver uma vez após a outra as mesmas situações, vide relacionamentos desgastados, problemas profissionais e por aí vai.
  2. Com pouco tempo junto a sua terapeuta, você vai conseguir notar que sua vida reflete exatamente o que foi a experiência de vida dos seus pais, ou seja, padrões de dinheiro (ou falta dele), saúde, atitudes no casamento, com a família, você nota que os repete, sem notar e a terapia vai te ajudar a encontrar a sua forma de ser perante essas situações e não mais a copiar o que te foi ensinado pelo exemplo desde o instante que nasceu. É a oportunidade de dar um “Xô pra lá” bem grande na toxicidade que se repete geração após geração.
  3. Autoestima? Quem? Se esse é o seu parâmetro de autoestima, a terapia também será sua aliada, porque nesse processo de conhecer o que é seu e o que copiamos inconscientemente das pessoas ao redor, também passamos a respeitar mais nosso sentimento e o “não” sai quando queremos dizer “não” e aprendemos a lutar pelo nosso espaço e deixamos de fazer as coisas para agradar a quem quer que seja.
  4. Outro ponto importante: será que suas escolhas estão baseadas no que você realmente quer e se importa ou você comprou a história dos contos de fadas? A mídia nos impacta desde crianças e muitos comportamentos são moldados e nem notamos. A terapia te ajuda a sair desse ciclo e te ajuda a descobrir o que, de verdade, você almeja para ser mais e mais feliz.
  5. Autosabotagem é quando lutamos contra nós mesmas, seja por alimentarmos internamente sentimentos de rejeição, inadequação, medo, dependência, carência etc etc etc. A forma como nos enxergamos é a chave para conquistarmos nossos sonhos porque impacta a forma como agimos. Não adianta querer ser empreendedora se não acredito que serei capaz de dar conta dessa bomba. Não adianta casar se não acredito que em parceria e por aí a lista vai. Perceber o que queremos mas que é diferente do que pensamos é uma das maiores joias que a terapia vai te ensinar a conquistar.

Há outros motivos para se trilhar esse processo de autoconhecimento e não é algo rápido, nem sempre é fácil e olhar de frente que não somos aquele supra sumo de perfeição que achavamos que eramos, nem sempre é agradável e dói, mas não olhar só te deixa ser um a mais na manada que vive na neblina do “não estou tão ruim assim” e dia após dia você perde a oportunidade de ser mais feliz.

E felicidade não se mede em moeda, se mede em paz e harmonia no seu coração, por isso é tão caro não fazer terapia.

Grande abraço,

Stela Kiill

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Naturopatia

Sincericídio… Quem Fala o Que Quer…

Sinceridade, sim… maldade e estupidez, não.

… mas e quando o resultado de nossa fala, faz mais estrago do que arruma uma situação, o que fazer?

Há atualmente na sociedade, principalmente aos meios ligados ao mundo corporativo um conceito de que para se ter respeito (mesmo que seja entre iguais em cargo) que é necessário habitar a grossura e vemos o contrario do que as pessoas pregam, que é o crescimento do respeito mútuo. Parece que se tornou “bonito” esbravejar para “provar” ao grupo ao redor quem é que manda e que o pseudo respeito é obtido pelo número de indelicadezas que se é capaz de fazer. O sujeito se sente seguro (apenas no ego, claro) em dizer “Falo mesmo! Quem não quer ouvir que não cruze meu caminho.”

Thomas Paine

Honestamente, esse tipo de comportamento que se baseia na falta de educação e empatia representa nada mais do que um aspecto ainda selvagem de nosso passado ancestral. A necessidade de se provar pela agressão, seja ela moral ou física faz parte dos nossos instintos de sobrevivência pré históricos, mas que devido a falta de habilidade de alguns indivíduos de lidarem com suas próprias emoções, perduram até hoje.

Aquele que fala o que pensa é ótimo, mas há maneiras e maneiras de falar e quando não pensamos nas consequências da nossa fala é sinal de alerta: está faltando maturidade emocional.

E daí vem o sentimento de culpa…

Solidão e Isolamento Como Consequências de Descontrole Emocional
Solidão e Isolamento Como Consequências de Descontrole Emocional

E na tentativa de fugir do embaraço,  acabamos, por vezes, piorando ainda mais e situação e criamos momentos de completa inadequação, onde evitamos até mesmo olhar ou cumprimentar aqueles que ofendemos (e muitas vezes nem sabemos por quê), mesmo sabendo que teremos que conviver cotidianamente com aquela pessoa, somos assim, incapazes de criar uma melhor solução e vamos piorando a cada dia, arrastando o mal estar pelas correntes da culpa e do orgulho.

Isso também sem falar das consequências para o ambiente social, onde as pessoas ao redor podem começar a evitar aquele que tudo fala, afinal, quem quer por perto alguém que não tem medida e controle de suas ações? A pessoa passa a ser vista como como uma “bomba relógio”ou pior, como alguém falso, porque ao mesmo tempo que pode se fazer de amigo, mas ao gerar o atrito, se descobre como uma enciclopédia de veneno e sai por ai contando sobre sua vida. Quem quer alguém assim perto? “Por que hoje, se você fala que de X você era amigo, quem me garante que não serei o próximo?”, pensam as pessoas.

E vem a culpa (com cara de raiva e orgulho) que, claro, jogamos no mundo, afinal tudo está errado ali, menos eu (lógico… spoiler: #SQN) sem assumir o que realmente desejamos ou sentimos no nosso coração por termos sido emocionalmente descontrolados perante um determinado fato.

Justificativas do tipo “não preciso de ninguém porque sei me virar sozinho. Estou ali por outro propósito e quero que os outros se danem”, mostram uma profunda mágoa e sentimento de rejeição que muito possivelmente vem da infância, mas que cria um condicionamento emocional profundamente marcado pela dor e que faz com que desejemos ver aqueles ao nosso redor sofrendo na mesma proporção que guardamos em nós.

Depressão

Todos os que, mesmo que levemente, se aproximem do gatilho da dor emocional serão atropelados pelo trem desgovernado das emoções reprimidas e o ciclo não pára… e cada vez mais vamos culpando o mundo por “não nos entender” e nos isolamos disfarçando nossa culpa e dor com cara de raiva e capa de orgulho.

E o isolamento do mundo cresce… “não me adapto a sociedade”. Ou a verdade é que não consegue lidar com ela?

A dois caminhos: 1) seguimos na mesma postura até o dia que a vida nos quebre ou; 2) honestamente assumimos nossos sentimentos e vamos em busca de soluções interiores e não mais de culpados. Em ambos os casos há uma mágica transformação, uma pela dor outra pelo amor…

Qual é sua escolha?

Grande abraço,

Stela Kiill

Pelo Amor ou Pela Dor?
Pelo Amor ou Pela Dor?

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Espiritualidade

O Convite

Não me interessa o que você faz para viver.

Eu quero saber o que de fato você busca e se é capaz de ousar, sonhar, encontrar as aspirações de seu coração.

Não me interessa a sua idade, eu quero saber se você será capaz de se transformar em um tolo para poder amar, viver seus sonhos, aventurar-se a estar vivo.

Não me interessa qual o planeta que está em quadratura com sua lua.Wat Traphang Ngoen Sukhothai

Eu quero saber se você tocou o centro de sua tristeza, se você tem sido exposto pelas traições da vida ou se tem se contorcido e se fechado com medo da próxima dor.

Eu quero saber se você é capaz de se sentar com a dor, a sua e a minha, sem tentar escondê-la, nem melhorá-la.

Eu quero saber se você pode ficar com a alegria, a minha e a sua.

Se você é capaz de dançar loucamente e deixar que o êxtase o envolva, até as pontas dos pés e das mãos sem querer nos aconselhar a ser mais cuidadosos, mais realistas, nem nos lembrar as limitações do ser humano.

Não me interessa se a história que você me conta é verdadeira.

Eu quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro consigo mesmo.

Se você é capaz de suportar a acusação de traição e não trair a própria alma.

Eu quero saber se você pode ser confiável e verdadeiro.

Eu quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o dia não está belo e se pode ligar a sua vida a presença de DEUS.

Eu quero saber se você é capaz de viver com os fracassos, os seus e os meus, e mesmo assim se postar nas margens de um lago e gritar para os reflexos da lua: “Sim”.

Não me interessa onde você mora e nem quanto dinheiro você ganha, eu quero saber se é capaz de acordar depois da noite do luto e do desespero, exausto e ferido até a alma, e fazer aquilo que precisa ser feito.

Não me interessa o que você é e nem mesmo como chegou até aqui. Eu quero saber se você irá postar-se comigo no centro do fogo e não fugir.

Não me interessa onde e com quem você estudou. Eu quero saber o que o sustenta interiormente quando tudo o mais desabou.

Eu quero saber se você é capaz de ficar só consigo mesmo e se realmente é boa companhia para si, mesmo nos momentos vazios.

By Oriah Mountain Dreaming”

Xamã

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