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Autoestima e Poder Pessoal

Gosto muito de comparar a Autoestima com a paisagem de um jardim, onde ela seria o solo onde nossas flores, frutos e plantas nascem. Se o solo é fértil, se acredita em si, tem coragem, as plantas (nossos projetos) irão crescer fortes e cada vez mais trarão frutos bonitos e saudáveis, mas se nosso solo está fraco, seco, sem sol nem vento, cheio de ervas daninhas (pensamentos negativos limitantes), nossos sonhos terão mais dificuldades em crescer.

Cuidar da maneira como nos enxergamos e como vemos o mundo, é uma grande responsabilidade individual, pois por mais que tenhamos construído essa imagem com base em padrões, crenças e falas de outras pessoas, a qualquer momento podemos optar por resignificar essas experiências e reformar nossos “paisagismo”.

Jardim da Autoestima

Quanto mais confiamos nas nossas ações perante a sociedade e principalmente perante a nós próprios vamos readquirindo nosso poder pessoal, muitas vezes abandonado ao longo do caminho, nos momento de grande dificuldade através de mágoas, culpa, raiva e tristezas, tendemos a deixar com que as dores das experiências tirem o brilho da vida e vamos nos fechando ao novo cada vez mais, perdendo assim, a espontaneidade, a alegria, nosso direito de falar “não” e ser quem queremos ser, e também de nossa intuição que é a bússola da nossa vida.

Harmonizar pensamentos, sentimentos e ações é o que nos reabre para realmente viver a vida e não apenas passar os dias nos protegendo das pessoas e das situações que o mundo oferece, no abre para a saúde plena, amizades verdadeiras e abundância de experiências e histórias que serão levadas por nós como aprendizados por todo nosso caminho e se assim desejarmos, podemos usar esse imenso colorido de vida para ajudar outros a olharem para seus jardins de maneira diferentes e juntos podemos nos dar as mãos e tornar, em conjunto, nossas vidas mais floridas, alegres e leves.

Diversas técnicas de terapia estão disponíveis e você pode optar pela que mais combina com sua personalidade e disponibilidade de tempo, porque o importante é se comprometer a aproveitar, pelo menos parte do seu tempo, em buscar ser uma pessoa melhor, não apenas para o mundo, mas para você, afinal a eternidade com sua convivência é o que futuro e nada como ser alguém mais verdadeiro consigo próprio nesses tempos vindouros 😉

Grande abraço,

Stela

Autoestima Mosaico Natural

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A Força Do Grupo

A uns três meses atrás comecei a frequentar os encontros de um grupo de terapia xamânica e aprendi toda uma nova dinâmica sobre energia de troca.

O Xamanismo por si só move forças imensas, porque o pulsar da batida do tambor ajuda nosso ser a entrar em estados alterados de consciência e com isso acessamos os níveis inconscientes com mais facilidade e quando isso é feito em grupo, a energia da cura de cada um circula e se integra a todos os membros. A força é incrível.

rodadasdirecoes

E uma outra variável me chamou muito mais a atenção do que todas as outras… esse grupo está formado em 100% de luz. O que quero dizer com isso? Explico…

Individualmente temos nossos dois lados, nossa sombra e nossa luz, existimos na dualidade. Quando vamos para um grupo levamos essas nossas porções junto e quando nossa parcela sombra predomina, se iniciam os jogos de competição, ganância, vaidade, disputas mil e puxadas clássicas de tapete, comportamentos que diminuem em muito o ser humano e seu potencial, mas que continuam existindo pela predominância dos medos internos de cada um, mas quando operamos na nossa parcela luz, a dinâmica de atuação é completamente diferente e isso me chamou a atenção nesse trabalho.

Ali todos os presentes sinceramente desejam e vibram com as vitórias, conquistas e sucessos do colega. Um impulsiona o outro na direção de atingir seus objetivos sejam eles tão grandes quanto forem. Ninguém se sente diminuído, nem rebaixado, nem humilhado ou subjugado pelo sucesso do outro. É um grupo que se formou para vibrar pela vitória e somente por ela.

No inicio de cada encontro cada um fala sobre sua questão a ser trabalhada no dia, sua sombra e isso não entra num protocolo de julgamento que te segue como um sinalizador da porta pra fora, porque a sombra, quando trabalhada, se cura e se reintegra à luz e é ela que fica a cada dia mais fortalecida num grupo que vibra isso.

A força do grupo em incentivar o melhor de cada um apesar de nossas sombras individuais é um lição de humildade, aceitação e pleno respeito.

Me sinto privilegiada e abençoada pela Vida em poder partilhar dessa experiência que levarei por todo o sempre e para o meu trabalho que ficou mais rico.

Grande e carinhoso abraço,

Stela

roda-tambores

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Violência Doméstica: Por Que Ela Fica?

Os gritos eram constantes, toda semana eu a ouvia gritar, a ouvia apanhar e por anos a fio aquilo se estendeu e meu medo de que algo assim acontecesse comigo se instalou lá no fundo da minha alma.

Minha vizinha era vítima da violência doméstica, apanhava do marido alcoólatra, seus filhos apanhavam junto, mas ela era o grande alvo e a pergunta era “por que ela não vai embora?” e por vezes até comentários terríveis como “Fica porque gosta de apanhar. Mulher de malandro!”, machismo como grande imperador que nos faz perder a humanidade, nos faz julgar sem entender o real problema, porque quando não estamos na pele do outro, tudo parece muito simples de ser resolvido.

violencia contra mulher mosaico natural

Por trás da violência, não apenas a doméstica, mas contra a mulher em geral existem tantas variáveis que falar sobre todas elas acaba sendo quase tema de livro (na verdade é), então hoje vou apenas escrever sobre um dos tópicos colocados pela escritora Leslie Morgan Steiner no vídeo abaixo que é o sentimento de “tábua de salvação” que leva as mulheres a assumirem relacionamentos desequilibrados e a permanecer em situações de violência.

Essa que não precisa necessariamente ser física para existir, pois temos a violência psicológica que drena suas crenças em si própria, te faz acreditar que tudo o que faz e o que sente não passam de bobagem, aquela que faz desmerecer a expressão dos seus sentimentos e te coloca como louca descontrolada por sentir dor. Te faz abrir mão da sua natureza, da beleza, do seu feminino pra atingir um ideal masculino aceito pela sociedade. A violência também vem transvestida de “mau agradecimento”, afinal você tem um homem ali a seu lado, como pode você vendo o quanto ele é fiel e bondoso, não aceitar que ele “escorregue” de vez em quando? “Você quer o homem perfeito? Então vai ficar pra sempre sozinha!”

E essa crença de que “temos que” aceitar toda e qualquer falha do outro e permanecer ao seu lado para “mostrar” que há valores diferentes, que é possível ter uma vida equilibrada, que é possível ser feliz sem subjugar é o que faz seguir na relação. As mulheres acabam se ancorando em dois pilares, um) assumem o papel de companheira-mãe e tentam “educar”o parceiro; dois) não enxergam seu real valor e assumem que aquilo está bom pra elas, porque é o que merecem e também por terem que demonstrar que construir um relacionamento é isso: viver com o que vier. Aceitam uma “culpa” de que o comportamento delas gerou a reação do outro e que se ela fosse dócil nada daquilo teria acontecido.

 

violencia contra mulher mosaico natural

Não vou falar aqui sobre o medo de perseguição, medo de sofrer ainda mais quando chegar em casa após denuncia, sobre acreditar que está sozinha e ninguém vai ajudar e mais e mais… A grande questão sobre esse tópico específico é a crença na possibilidade de mudança do comportamento do outro e chegar no momento em que o confrontamento com a realidade de que isso não vai acontecer pode durar anos.

Essa minha vizinha um dia, no meio de uma dessas surras saiu de casa, foi pra casa da mãe, na esquina da mesma rua, largou seus filhos, eram 5 se não me engano. Todos os dias a via na calçada fitando a rua, olhando a casa de longe, talvez na esperança de voltar, talvez esperando ser chamada de volta, talvez esperando encontrar o amor e o acolhimento que a fizeram viver aquilo por tantos anos… nunca aconteceu. As brigas acabaram, os filhos cresceram como foi possível, ele perdeu emprego e caiu na bebida de vez e ela morreu alguns anos depois.

Eu fiquei com aquele período impresso na minha cabeça, tinha horror a aquele homem, medo mesmo, afinal agredir outro ser humano, mais fraco não é coisa de gente que está sã… era o que pensava e um dia logo cedo saindo de casa não me lembro pra onde, o encontrei caído na calçada, doente, bêbado, tonto e desesperado. Ele queria se levantar, mas não tinha forças, as pessoas desviavam o olhar dele e não sei porque ao passar perto dele perguntei se precisava de algo e ele me estendeu a mão pedindo ajuda, o ajudei e quando ficou em pé me abraçou e começou a chorar, me pediu desculpas e aquilo foi tão forte que nem hoje sei dizer o que se abalou em mim.

violencia contra mulher mosaico natural

Eu o vi como um ser humano e não mais como um monstro, um ser humano também cheio de dores e carências, vazios e sombras que o atormentavam dia a noite. Culpa… Orgulho quebrado, vida jogada na lama das próprias escolhas. Tive compaixão, por ele, por ela, pelos filhos, por tudo o que foi destruído por aqueles anos de violência, não apenas dentro da família, mas ao redor, afinal eu morava na casa ao lado e os efeitos, embora claro, muito menores, também me afetaram e me fizeram construir crenças que levei por muitos anos na vida (se é que ainda não carrego algumas).

A violência tem muitos aspectos, envolve a proteção da vitima, sua re-valorização como ser humano e o olhar para o agressor, mas o grande desafio é “como?”.

Trabalhos de assistência social junto a ONGs e ao governo, educação e principalmente a nutrição de uma base cultural que permeie valores de igualdade… ao olhar essa estrada dá para notar que o jornada é longa! Então, é melhor começar logo 🙂

Consciência é sempre um excelente remédio. Consciência de que está sendo abusada e a consciência de que pode estar no papel de abusador. A partir desse ponto é possível promover uma mudança, afinal só mudamos o que conhecemos.

Ajude a divulgar, procure assistência, estenda sua mão para quem precisa de ajuda e procure ajuda se você também precisa.

 

Grande abraço,

Stela

 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=lNJjEZoRKqM&w=560&h=315]

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Sincericídio… Quem Fala o Que Quer…

Sinceridade, sim… maldade e estupidez, não.

… mas e quando o resultado de nossa fala, faz mais estrago do que arruma uma situação, o que fazer?

Há atualmente na sociedade, principalmente aos meios ligados ao mundo corporativo um conceito de que para se ter respeito (mesmo que seja entre iguais em cargo) que é necessário habitar a grossura e vemos o contrario do que as pessoas pregam, que é o crescimento do respeito mútuo. Parece que se tornou “bonito” esbravejar para “provar” ao grupo ao redor quem é que manda e que o pseudo respeito é obtido pelo número de indelicadezas que se é capaz de fazer. O sujeito se sente seguro (apenas no ego, claro) em dizer “Falo mesmo! Quem não quer ouvir que não cruze meu caminho.”

Thomas Paine

Honestamente, esse tipo de comportamento que se baseia na falta de educação e empatia representa nada mais do que um aspecto ainda selvagem de nosso passado ancestral. A necessidade de se provar pela agressão, seja ela moral ou física faz parte dos nossos instintos de sobrevivência pré históricos, mas que devido a falta de habilidade de alguns indivíduos de lidarem com suas próprias emoções, perduram até hoje.

Aquele que fala o que pensa é ótimo, mas há maneiras e maneiras de falar e quando não pensamos nas consequências da nossa fala é sinal de alerta: está faltando maturidade emocional.

E daí vem o sentimento de culpa…

Solidão e Isolamento Como Consequências de Descontrole Emocional
Solidão e Isolamento Como Consequências de Descontrole Emocional

E na tentativa de fugir do embaraço,  acabamos, por vezes, piorando ainda mais e situação e criamos momentos de completa inadequação, onde evitamos até mesmo olhar ou cumprimentar aqueles que ofendemos (e muitas vezes nem sabemos por quê), mesmo sabendo que teremos que conviver cotidianamente com aquela pessoa, somos assim, incapazes de criar uma melhor solução e vamos piorando a cada dia, arrastando o mal estar pelas correntes da culpa e do orgulho.

Isso também sem falar das consequências para o ambiente social, onde as pessoas ao redor podem começar a evitar aquele que tudo fala, afinal, quem quer por perto alguém que não tem medida e controle de suas ações? A pessoa passa a ser vista como como uma “bomba relógio”ou pior, como alguém falso, porque ao mesmo tempo que pode se fazer de amigo, mas ao gerar o atrito, se descobre como uma enciclopédia de veneno e sai por ai contando sobre sua vida. Quem quer alguém assim perto? “Por que hoje, se você fala que de X você era amigo, quem me garante que não serei o próximo?”, pensam as pessoas.

E vem a culpa (com cara de raiva e orgulho) que, claro, jogamos no mundo, afinal tudo está errado ali, menos eu (lógico… spoiler: #SQN) sem assumir o que realmente desejamos ou sentimos no nosso coração por termos sido emocionalmente descontrolados perante um determinado fato.

Justificativas do tipo “não preciso de ninguém porque sei me virar sozinho. Estou ali por outro propósito e quero que os outros se danem”, mostram uma profunda mágoa e sentimento de rejeição que muito possivelmente vem da infância, mas que cria um condicionamento emocional profundamente marcado pela dor e que faz com que desejemos ver aqueles ao nosso redor sofrendo na mesma proporção que guardamos em nós.

Depressão

Todos os que, mesmo que levemente, se aproximem do gatilho da dor emocional serão atropelados pelo trem desgovernado das emoções reprimidas e o ciclo não pára… e cada vez mais vamos culpando o mundo por “não nos entender” e nos isolamos disfarçando nossa culpa e dor com cara de raiva e capa de orgulho.

E o isolamento do mundo cresce… “não me adapto a sociedade”. Ou a verdade é que não consegue lidar com ela?

A dois caminhos: 1) seguimos na mesma postura até o dia que a vida nos quebre ou; 2) honestamente assumimos nossos sentimentos e vamos em busca de soluções interiores e não mais de culpados. Em ambos os casos há uma mágica transformação, uma pela dor outra pelo amor…

Qual é sua escolha?

Grande abraço,

Stela Kiill

Pelo Amor ou Pela Dor?
Pelo Amor ou Pela Dor?

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Filhos, um Exemplo a Observar

A cada dia cresce o número de crianças em consultórios de psicólogos, psiquiatras e pediatras com os pais reclamando do descontrole dos pequenos e a solução moderna encontrada é domá-los no medicamento. A Ritalina e o Concerta seguem firmes no mercado e muitas famílias já não sabem mais como viver sem.

Onde está o erro? Será mesmo necessário? Temos mesmo uma geração quase que inteira de crianças mental e emocionalmente doentes?

Antes de respondermos a essas perguntas, vamos ver o vídeo abaixo: A Criança Vê, a Criança faz (tradução livre).

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=KHi2dxSf9hw&w=420&h=315]

Assim como o nome, as imagens do vídeo mostram uma realidade bastante comum, principalmente nos dias atuais e o que tem dificultado a vida das famílias é a negação dos tutores em assumir a dura verdade: seus filhos te copiam.

Ouvir frases como “não puxou a mim”,  “foi trocado na maternidade”, “ninguém no mundo vai te aguentar sendo assim”entre tantas outras é apenas negação da verdade de que ali é uma situação de cópia, jogar a culpa na sociedade, nos colégios e professores, na vida e assim por diante, apenas sinaliza que gostaríamos que as consequências desses resultados fosse terceirizada, mas não há como ser.

O filho foi gerado dos genes dos pais, no ventre da mãe, absorvendo todas as experiências dela e ao redor dela durante toda a gestação, quando nasceu viveu no núcleo familiar e a base de seus exemplos é formação dessa família e esses são vínculos geradores dos seus primeira e mais profundos aprendizados, então porque colocar a culpa no mundo ao invés de assumir com maturidade e sabedoria uma postura que permita mudar a situação?

A família é a primeira percepção que a criança tem de mundo, são os primeiros “eles, eu e os outros” que ela vai se deparar e a partir daí passa a dar significado aos atos que vê no dia a dia e inicia seu processo de aprendizagem e replicação com o mundo. Imitar reações, frases, expressões e comportamentos é a base da construção comportamental e cada membro da família, pelo laço afetivo, representa um exemplo a seguir – porque pra ela tudo o que é feito no núcleo familiar é o que há de mais correto e seguir isso significa que será amada e aceita, primeiro pela família e depois pela sociedade.

Aprender comportamentos e reações dão a base para as primeira interações na sociedade
Aprender comportamentos e reações dão a base para as primeira interações na sociedade.

Agora imagine as consequências emocionais que se formam, se na compreensão da criança, esse copiar deveria trazer acolhimento, mas na verdade gera repulsa daqueles de quem ela mais precisa de amor, reconhecimento e apoio?

Muitos pais reclamam que as crianças são super ativas, não tem limites e por vai e o diagnóstico passado pelos psicólogos, pedagogos e terapeutas de que os pais são os que precisam de ajuda nunca agrada, geram conflitos enormes, porque, claro, o problema é sempre fora. O não se ver no filho é negar o que há de mais precioso em termos de oportunidade pessoal. Ao se reconhecer e mudar, o filho ao copiar também irá mudar, então se não quer mudar por si próprio, avalie se mudar sua atitude não tornaria seu filho diferente e assim, toda a sua vida.

Pais e Filhos - Cópia de comportamento

As crianças tem grande sensibilidade e por isso tem a capacidade de ler o que vai na alma e não aquilo que nós adultos queremos passar com nossos olhares e falar já cheios de capas do ego criadas ao longo da vida. Criança quando ainda muito nova não entende a capa, mas entende claramente a energia que você emana, que vibra… essa é a verdade dela e é isso o que ela irá refletir. Ao longo do tempo ela aprenderá as capas que você tem e irá também reproduzi-las, então para simplificar; na tenra idade a criança reage as emoções e energias que você vibra, quer você mostre ou não e depois ela passa a te copiar – sempre assim, um reflexo.

O filho é o exemplo a observar daquilo que está mais escondido dos nossos olhos em nós próprios, então aproveitar a oportunidade de enxergar só traz benefícios. Se sozinho está difícil, peça ajuda a um profissional. Infelizmente não há como tomar crédito apenas pelas atitudes que julgamos positivas e as negativas serem culpa do mundo. Nesse caso, o kit é completo e aceitar isso com humildade leva a grandes conquistas e transformações.

Grande abraço,

Stela

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=keA1pm5HZ8s&w=420&h=315]